Lenda do Graal
A busca do Santo Graal era considerada a maior aventura da lenda arturiana. Contudo, o homem que primeiro escreveu sobre o graal nunca concluiu esta história. O grande poeta francês Chrétien de Troyes foi o primeiro a introduzir o graal na lenda arturiana.
A sua história exerceu grande influência sobre os escritores posteriores desta lenda. O seu herói era o jovem galês chamado Perceval. Outros escritores têm Perceval como herói, embora alguns tenham escrito que Gawain era o herói do Graal ou, pelo menos, desempenhava um papel importante em alguns dos romances. Só no Ciclo da Vulgata, no segundo quarto do século XIII, é que emergiu um novo herói. Esse herói chamava-se Galahad.
Foi por esta razão que dividi a «Lenda do Graal» em quatro páginas distintas.
A primeira página (esta que está a ler) é uma espécie de introdução ao Graal. O primeiro grupo de artigos ligados oferece algum contexto sobre o Graal. Também mencionam outros artefactos encontrados na lenda (a Lança Sangrenta, a Espada Partida, etc.), bem como informações sobre o Castelo do Graal, José de Arimateia e o Rei Pescador.
No segundo conjunto de ligações, a primeira página trata da história do Graal, ambientada no tempo de José de Arimateia, o primeiro Guardião do Graal.
A segunda e a terceira páginas são os romances do graal que seguem duas tradições separadas. Uma tradição (a 2.ª página) tinha Perceval como principal herói do graal. A última (3.ª) página seguia a tradição com Galahad como herói.









